> Biodiesel a partir de óleo de rícino

> Tratamento de esgotos pode gerar eletricidade

> Onda Elétrica

> Invenção israelense tira paraplégicos da cadeira de rodas

> Conservante natural para cosméticos contra o câncer e problemas de pele

> Sistema solar gêmeo

> EXPOSIÇÃO NOTURNA À LUZ PODE AUMENTAR RISCO DE CÂNCER DE MAMA

> Cientista druso-israelense desenvolve um revolucionário inseticida natural

> Nova esperança de filhos para vítimas de câncer

>
Mais perfume para as flores

>
Alimentos “Diet” com mais Nutrientes

>
Tratamento de Feridas Crônicas

> A solução para os diabéticos em uma xícara de chá

> Um país que se preocupa com o alto padrão em serviços de saúde

> Água-viva que pode ser aplicada sob a pele substitui a dor e o desconforto das injeções

>
Tratamento israelense usa clorofila e luz para combater o câncer de próstata


>
A pesquisa médica

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Biodiesel a partir de óleo de rícino
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O óleo de rícino, laxante que fez o terror das crianças de gerações passadas, agora desponta como excelente matéria-prima para a produção de biodiesel. Três empresas israelenses - Ormat, da área de energia, Evogene, de tecnologia agrícola, e Lev Leviev, do ramo imobiliário ­ uniram-se para produzir biodiesel a partir de óleo de rícino cultivado inicialmente em campos da Namíbia, na África Ocidental. A nova joint venture tem o nome provisório de Leviev-Evogene Namíbia. De acordo com Liat Cinamon, executivo da empresa, o óleo de rícino apresenta maior produtividade do que outras matérias-primas do biodiesel, como a soja e a canola; e a planta se comporta bem em solos pobres.

 

 

Tratamento de esgotos pode gerar eletricidade
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Uma bactéria muito útil para o tratamento de esgotos pode também gerar eletricidade enquanto acelera a decomposição de matéria orgânica. A empresa israelense MFC - Microbial Fuel Cell está desenvolvendo um processo de geração de energia a partir da bactéria Geobachter sulfurreducem, muito usada nos processos de tratamento de esgotos e efluentes. "Essa possibilidade já é conhecida há mais de 100 anos", diz o CEO da MFC, Eytan Levy. "Acontece que a energia produzida durante o processo de decomposição é pequena. Mas se combinarmos alguns processos, poderemos obter até 1 kilowatt/hora para cada quilo de dejetos tratado", conclui Levy, que vem trabalhando em conjunto com cientistas da Pennsylvania State University, dos EUA. O processo de geração de energia a partir do tratamento de esgotos deverá estar no mercado em 2010.

 

 

Onda Elétrica
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A empresa israelense SDE Energy assinou um acordo para fornecer ao governo da China centrais elétricas alimentadas pela energia das marés. A tecnologia permite produzir quatro vezes mais energia por metro quadrado que os geradores movidos pela força dos ventos. A implantação de uma central capaz de produzir 1MW de energia custa cerca de US$ 650 mil e a SDE deverá instalar sua primeira planta chinesa na cidade de Guangzhou. A empresa já opera um gerador de 40KW movido pelas ondas do mar no porto de Jaffa, perto de Tel Aviv.

 

 

Invenção israelense tira paraplégicos da cadeira de rodas
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Uma invenção da empresa israelense Argo Medical Technologies permite que paraplégicos não dependam mais de cadeiras de rodas para se locomover. O ReWalk é semelhante a um colete, produzido em material superleve e com um mecanismo elétrico movido a uma bateria recarregável. Basta ao usuário "vestir" o dispositivo para poder levantar-se, ficar de pé, andar e até subir escadas, apenas com o auxílio de muletas. "Mais do que melhorar a capacidade de locomoção do paraplégico, o ReWalk permite a ele voltar a ter a mesma estatura de seus interlocutores e conversar com eles olhos-nos-olhos. Parece pouco para as pessoas comuns, mas para quem depende de uma cadeira de rodas é um enorme ganho de dignidade", explica o inventor do ReWalk, o israelense Amit Goffer, ele mesmo um quadriplégico. O protótipo do ReWalk já foi testado e aprovado e comercialização deve iniciar-se em 2009.

 

 

Conservante natural para cosméticos contra
o câncer e problemas de pele

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Um novo conservante natural, extraído da casca de frutas cítricas, combate câncer, irritações e outros problemas de pele causado pelo uso de cosméticos. O produto, denominado CPE, foi desenvolvido pela empresa israelense Citramed a partir da potencialização das qualidades antibacterianas da casca dos cítricos e deverá chegar ao mercado ainda no final do ano. O anúncio coincide com pesquisas feitas pelo FDA (o organismo oficial norte-americano que regula a produção de alimentos, cosméticos e medicamentos), sobre a relação entre o uso do parabens (alkyl-ésteres de ácido p-hidroxibenzóico), um conservante contido em muitos cosméticos, e a incidência de câncer de mama e de irritações na pele.

"A casca dos cítricos tem fortes propriedades antibacterianas", comenta o CEO da Citramed, Lior Rosental. "Nós apenas ampliamos esse potencial", conclui. Segundo Rosental, o CPE poderá, no futuro, ser utilizado também na conservação de alimentos.

 

 

Sistema solar gêmeo
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Uma equipe internacional de astrônomos, que inclui cientistas de Israel, EUA, Espanha, Austrália, Nova Zelândia e Chile, anunciou a descoberta de um novo sistema solar, muito semelhante ao nosso. Segundo o astrônomo Dan Maoz, da Universidade de Tel Aviv, que participa da equipe, o sistema solar está a 5.000 anos/luz da Terra e tem dois planetas muito semelhantes a Saturno e Júpiter.

Este é 11º sistema solar identificado na última década e a descoberta foi publicada na revista Science.

 

 

EXPOSIÇÃO NOTURNA À LUZ PODE AUMENTAR RISCO DE CÂNCER DE MAMA
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Mulheres que vivem em áreas bem iluminadas à noite estão expostas a maior risco de desenvolver câncer de mama. A conclusão é de um estudo elaborado pela equipe do biólogo Avraham Haim, da Universidade de Haifa, Israel, e publicado no último número da revista Chronobiology International.

A equipe analisou imagens de satélites da NASA norte-americana, sobre a iluminação noturna em Israel, e estudou os casos de cem mulheres com câncer de mama e de outras cem que não têm a doença. A conclusão é que a incidência de câncer de mama é 37% maior nas áreas com maior iluminação noturna, em relação às regiões menos iluminadas. De acordo com os pesquisadores, tudo indica que a luz noturna interfere na produção de um hormônio importante, a melatonina, aumentando o risco de desenvolvimento de câncer de mama.

A equipe da Universidade de Haifa agora está analisando a eventual relação entre maior exposição de homens à iluminação noturna e o desenvolvimento de câncer de próstata.

 

 

 

 

Cientista druso-israelense desenvolve um revolucionário inseticida natural
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Um cientista druso-israelense desenvolveu um inseticida natural à base da curcuma – uma planta da família do gengibre, nativa da Ásia - que vem apresentando excelentes resultados nos testes preliminares. Segundo o Prof. Fadel Mansour, do Centro de Pesquisas Volcani, do Ministério da Agricultura de Israel, pequenas folhas de plástico embebidas em uma solução de curcuma, espalhadas pelo solo pouco antes da semeadura, vêm impedindo a aproximação de todo tipo de insetos. Em especial, da mosca branca, terrível para as plantações de melões e melancias. Mansour já patenteou o método e começará a aplicá-lo comercialmente em breve, em uma plantação de abacaxis no México.

 

 

 

Nova esperança de filhos para vítimas de câncer
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Pela primeira vez, óvulos de pré-adolescentes com câncer são congelados, dando às pacientes a possibilidade de ter filhos, mais tarde. A técnica, desenvolvida pela equipe do Dr. Ariel Revel, chefe do Departamento de Fertilização In Vitro do Hospital Universitário Hadassah, de Jerusalém (Israel), permite amadurecer os óvulos in vitro. "Primeiro, isolamos os óvulos do tecido; em um ou dois dias, eles estão maduros o suficiente para que os congelemos”, explica o cientista. Até agora, acreditava-se que só seria possível obter óvulos fecundáveis de garotas que já tivessem passado pela puberdade.

Entre crianças e pré-adolescentes, o câncer, em qualquer órgão, tem perspectiva de cura em 70% a 90% dos casos. “No entanto, a quimioterapia é agressiva e pode deixar as crianças estéreis”, explica Ariel Revel.
Em 2004, a equipe do Hospital Universitário obteve sucesso na fecundação de uma mulher cujos embriões haviam sido congelados há 12 anos. Até então, os óvulos humanos mais antigos para fertilização in vitro tinham sete anos. Com o sucesso, Ariel Revel foi chamado a colaborar com a pesquisa sobre óvulos de meninas na pré-puberdade.
 
Os resultados do novo trabalho foram apresentados no recente congresso anual da Sociedade Européia de Embriologia e Reprodução Humana. A equipe do Hospital Hadassah realizou a intervenção em 18 pacientes, com idades entre cinco e 20 anos de idade, a partir de 2003. De 167 óvulos, 41 foram amadurecidos com sucesso, incluindo os casos de algumas doadoras na pré-puberdade.
 
Por enquanto, nenhum dos óvulos foi descongelado e não há como saber se resultarão em casos de gravidez com  sucesso. "Temos alguns óvulos prontos para serem fertilizados. Isso nos permite sermos otimistas. Mas só o tempo dirá o quanto esse processo é eficiente e útil para a fertilização. Seja como for, abre-se uma nova porta rumo à maternidade, para muitas mulheres que estavam condenadas a não serem mães”, conclui o Dr. Ariel Revel.

 

 

 

Mais perfume para as flores
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Flores que quase não têm perfume, como as petúnias, agora podem ganhar aromas próprios. Esse é o resultado das pesquisas em engenharia genética, desenvolvidas pela equipe do prof. Alexander Vainstein, do Instituto de Genética em Agricultura da Universidade Hebraica, que funciona na cidade israelense de Rehovot. A equipe desenvolveu, também, técnicas para agregar aromas de flores a diversos alimentos, assim como para criar flores em novas variações de cores.

“Aqui em nossas estufas, você pode ver tipos de flores que não existem em qualquer outra parte do mundo”, afirma o prof. Vainstein. “As pessoas ficam espantadas com o que estamos fazendo. Conseguimos, por exemplo, criar petúnias – que normalmente não têm perfume – com um aroma muito marcante”, diz.

A equipe implantou genes de rosas em flores como petúnias e cravos. “Isso não quer dizer que as petúnias vão exalar aroma de rosas. Ao contrário, as flores desenvolvem fragrâncias próprias”, comenta o cientista. A engenharia genética permitiu, ainda, que os pesquisadores cultivassem flores como a gypsophila, que é naturalmente branca, em colorações típicas de cravos, como o creme.

A engenharia genética também poderá permitir ganhos econômicos importantes na produção de flores. “Veja-se o caso da Bulgária, que exporta um grande volume de óleo de rosas. Isso exige enormes áreas cultivadas”, explica Alexander Vainstein. “Mas as novas tecnologias podem assegurar uma produção semelhante em laboratório”, conclui o cientista.

Israel é um dos maiores produtores mundiais de flores, ao lado da Holanda, Colômbia e Quênia. Apenas três centros de pesquisa em todo o mundo utilizam a engenharia genética no cultivo de flores. Mas a Universidade Hebraica de Jerusalém é a única que emprega essa tecnologia na produção tanto de novos perfumes como de novas colorações.

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Alimentos “Diet” com mais Nutrientes
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Um dos maiores problemas dos alimentos “diet” é que a eliminação das gorduras, com freqüência, conduz à perda de nutrientes importantes para o corpo humano. Mas isso pode mudar graças a uma descoberta do cientista Yoav Livney, doutor em Engenharia de Alimentos pelo Instituto Technion, de Haifa (Israel).

A palavra-chave para a descoberta de Livney é micela, um nanopartícula da caseína, a principal proteína presente no leite e em seus derivados. As micelas são responsáveis, por exemplo, pela transferência de nutrientes essenciais ao corpo, como cálcio e proteínas, da mãe para o feto, durante a gestação.

Yoav Livney e sua equipe, composta pela Dra. Dganit Danino e pela estudante Efrat Semo, descobriram que as micelas podem ser empregadas em alimentos com baixos teores de calorias, para transmitir nutrientes fundamentais, deixando de lado a gordura. “Minha hipótese central era que, se as micelas da caseína funcionam naturalmente como nanocápsulas, talvez elas pudessem transportar outros elementos nutrientes”, diz o Dr. Livney. No teste definitivo, a equipe de pesquisadores encapsulou moléculas de vitamina D em micelas de caseína, acrescentando-as a alimentos “diet”. O resultado foi excelente e apareceu, recentemente, na prestigiosa revista científica “Food Hydrocolloids”.

Segundo Livney, “se substituirmos apenas 0,6% da caseína do leite pelas micelas enriquecidas, poderemos garantir um terço do volume diário recomendado de vitamina D com apenas um copo de leite sem gorduras”. “Nossa expectativa é de enriquecer o leite desnatado e outros produtos diet com vitamina D e vários nutrientes essenciais à boa saúde, como as vitaminas A e E, minerais e antioxidantes, que estão ausentes da dieta de milhões de pessoas”, afirma o cientista. “Isso poderá melhorar a qualidade das dietas sem modificar de forma significativa os nossos hábitos alimentares”, conclui Yoav Livney.

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Tratamento de doenças crônicas
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Surge uma nova esperança para pacientes com feridas crônicas – como as causadas pela diabetes. Uma equipe de pesquisadores da Universidade Bar-Ilan, de Israel, e da empresa HealOr, dirigida pela dermatologista Tamar Tennenbaum, desenvolveu um novo método capaz de induzir a pele a acelerar a cicatrização das feridas.

Mais de 8,5 milhões de pessoas sofrem com feridas crônicas apenas na Europa e nos Estados Unidos. “Um dos fatores é que a população nesses locais está envelhecendo e há cada vez mais diabéticos”, diz a Dra. Tamar Tennenbaum. “As úlceras ligadas à diabetes e as úlceras venosas afetam uma larga porcentagem da população de mais idade, assim como os obesos. E há, também, úlceras que atingem pacientes idosos que estão paralisados e, portanto, ficam muito tempo na mesma posição”, afirma a dermatologista.

O novo tratamento, denominado HO/03/03, emprega uma família de enzimas conhecida como proteínas Kinase C (PKC), que “orienta” as células da pele a realizarem certas tarefas, acelerando a cicatrização de feridas. O método HO/03/03 já foi empregado, com sucesso, em 13 pacientes. “Nossa experiência demonstrou que o tratamento obteve a cicatrização de 80% das feridas em um período de três semanas a três meses, em pacientes que não haviam reagido a outras terapias”, sintetiza Tamar Tennenbaum.

O HO/03/03 vem sendo testado em três hospitais israelenses e a expectativa da equipe de pesquisadores é de receber aprovação da FDA (Food & Drug Administration, agência norte-americana que regula, entre outros, o setor de medicamentos) para que as experiências sejam iniciadas nos EUA ainda este ano.

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A solução para os diabéticos em uma xícara de chá
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Não há nada como uma xícara de chá quente em um dia frio. Agora, uma empresa israelense planeja apresentar um chá de ervas ao mundo que não é apenas uma novidade agradável, mas que segundo a empresa pode reduzir substancialmente os níveis de açúcar no sangue dos diabéticos.

O chá Glucodan, que foi desenvolvido pela Nufar Natural Products, é uma mistura natural de ervas medicinais que reduz e equilibra os níveis de açúcar no sangue. O chá reduz o açúcar e quebra carboidratos e gorduras, que se elevam a níveis perigosos nos diabéticos após as refeições.

A pequena empresa de 15 funcionários mostra que o chá, que inclui as ervas, stevia, gymnema sylvestris (gurmar), salvia fruticosa, eucalipto e capim-limão, reabilita e ativa o pâncreas fazendo com que ele secrete insulina — um hormônio que ajuda as células a absorverem glicose da corrente sanguínea e a utilizarem para produzir energia, reduzindo assim os níveis de açúcar no sangue. Além disso, segundo Israel Solodoch — fundador e diretor-geral da Nufar —, o chá ajuda os diabéticos a absorverem a insulina no corpo.

“Ingerir o chá Glucodan faz a resistência do corpo à insulina diminuir. As células são influenciadas novamente pela insulina, absorvem o açúcar, separam-no e, como resultado, estabilizam os níveis de açúcar no sangue”, ele explica.

A Nufar, que começou a vender o chá Glucodan em Israel há três anos, executou testes clínicos bem-sucedidos antes de comercializa-lo. Pacientes que fizeram uso do chá, ingerindo-o de dois a três xícaras por dia, alegaram que suas taxas de açúcar no sangue reduziram drasticamente.

A empresa já desenvolveu oito chás de ervas diferentes para tratar uma série de problemas médicos, como, por exemplo, colesterol alto, hipertensão, doenças cardíacas, asma, infecção urinária e obesidade. Todas as bebidas herbáticas contêm ingredientes naturais, muitos dos quais crescem na região montanhosa da Galiléia.

Os produtos não contêm extratos industrializados, conservantes e nem corantes.

Um dos detalhes que tornam essas bebidas médicas únicas, de acordo com Solodoch, é que elas contêm oxicoco e stevia — uma planta que é 300 vezes mais doce que o açúcar, mas que não é absorvida pelo corpo. Isso deixa as bebidas naturalmente adocicadas e saborosas, sem a necessidade de qualquer açúcar ou adoçante artificial. “Elas não são cápsulas, aditivos alimentares ou líquidos que você se força a ingerir com um pouco de açúcar ou adoçante artificial para torná-los um pouco mais agradáveis ao paladar”, afirma Solodoch.

“As pessoas degustam o sabor agradável do chá e ao mesmo tempo tratam suas enfermidades, sejam elas quais forem.”

A Nufar registrou a patente para o Glucodan em Israel, USA e Europa. Ela agora negocia com distribuidores em todo o mundo.

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Um país que se preocupa com o alto padrão em serviços de saúde
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“Todo Israel é responsável um pelo outro”, diz o Talmud, coletânea de regras que guiam a vida dos judeus. O alto padrão dos serviços de saúde de Israel, a qualidade dos recursos médicos e das pesquisas no campo da medicina, as modernas instalações hospitalares e uma admirável proporção de médicos e especialistas em relação à população refletem-se na pequena taxa de mortalidade infantil (6,8 de cada 1.000 nascimentos vivos) e na alta expectativa de vida (79,4 anos para mulheres e 75,5 anos para homens). O tratamento médico para todos, da infância à velhice, é garantido por lei e os gastos nacionais com a saúde (8,4% do PNB) são comparáveis aos dos países mais desenvolvidos do mundo.

Esta situação é decorrente de uma longa tradição. No século 19, várias moléstias, como a disenteria, a malária, o tifo e o tracoma eram endêmicas na Terra de Israel, então uma província atrasada e negligenciada do Império Otomano. A fim de proporcionar assistência médica à população judaica da Cidade Velha de Jerusalém, as comunidades judaicas européias criaram algumas clínicas, que ofereciam serviços médicos gratuitos aos pobres que não podiam pagar.

Muitas destas clínicas se transformaram mais tarde em hospitais e funcionam até hoje, fornecendo ótimo serviço médico com uso intensivo de alta tecnologia. Algumas, como Bikur Cholim (fundada em 1843), Misgav Ladach (1888) e Shaarei Tsedek (1902) - ficaram famosas pela assistência dedicada que prestavam, mesmo sob condições difíceis. O Centro Médico Hadassa, em Jerusalém, com suas escolas de medicina, enfermagem e farmacologia, e seus dois modernos hospitais, traça sua história a partir de 1913, com a chegada de duas enfermeiras a Jerusalém, enviadas pela Organização Sionista Feminina Hadassa, dos Estados Unidos.

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Água-viva que pode ser aplicada sob a pele substitui a dor e o desconforto das injeções
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Imagine uma fazenda no oceano, onde caubóis criam seres marinhos em vez de gado.
Embora ainda não se ouça falar de sobre uma debandada de águas-vivas, uma equipe de cientistas israelenses baseou-se em um mecanismo natural existente em animais marinhos há mais de 700 milhões de anos e o transformaram em um avanço médico que pode eliminar a dor das injeções.

Pesquisadores da recém-inaugurada NanoCyte descobriram uma forma de pegar os minúsculos ferrões urticantes encontrados nas criaturas marinhas e preenchê-los com importantes medicamentos que podem ser aplicados sob a pele do paciente sem causar dor. A pessoa simplesmente esfrega na pele um creme contendo esses ferrões urticantes, nos quais foi inserido o medicamento, como a insulina, ativando os ferrões que injetam o medicamento.

Num futuro próximo, isso pode significar o fim das injeções diárias para os diabéticos, o fim das anestesias nos consultórios dentários e o fim das anestesias antes das cirurgias.

Qualquer um que já tenha sido queimado por uma água-viva sabe quão rápido a dor pode se alastrar. Com base nesse mecanismo, a NanoCyte pesquisou versões atóxicas de animais semelhantes, como a anêmona-do-mar, e descobriu um método de fazer com que esse ferrão urticante fosse usado de maneira benéfica. As anêmonas-do-mar podem se parecer com flores, mas são animais invertebrados que se alimentam de outras espécies marinhas. Elas vivem no mar, em geral fixadas a recifes ou pedras, mas podem se locomover lentamente.

De maneira semelhante à qual os fazendeiros ordenham a vaca, a NanoCyte seleciona nano-injetores das anêmonas-do-mar em uma fazenda marinha na região norte de Israel, próximo do Mar da Galiléia. Lá, os cientistas da empresa mantêm grandes tanques, cada um com aproximadamente dez mil anêmonas-do-mar, e uma vez extraídos, os ferrões urticantes passam por um processo de separação e terminam como um pó. Os injetores das anêmonas restantes são uma substância orgânica que é preenchida com medicamentos por meio de pressão osmótica.

A empresa afirma que, até 2008, quando seus estudos clínicos estiverem completos, será possível distribuir uma ampla variedade de pequenas e grandes moléculas do medicamento – moléculas orgânicas, peptídeos e proteínas – através da barreira do sangue. Pela primeira vez, a NanoCyte espera ser capaz de fornecer um alívio tópico imediato aos pacientes submetidos à quimioterapia, àqueles que necessitam de antibióticos para infecções graves, e àqueles que tomam medicamentos de anti-rejeição após cirurgias para transplantes de órgãos.

Proteínas e peptídeos, explica a empresa, estão rapidamente se tornando os medicamentos mais desejados do mundo, à medida que os avanços recentes na tecnologia farmacêutica têm se disseminado na medicina mundial. As aplicações, porém, são limitadas, porque as moléculas dos componentes ativos são química e fisicamente instáveis. Até agora, a injeção é a forma mais confiável de aplicação de proteínas e peptídeos. Esse é um método que garante que o medicamento será absorvido rapidamente e de forma adequada, mas que causa dor e é inconveniente para a maioria das pessoas.

“Os produtos farmacêuticos do futuro serão à base de peptídeos e proteínas”, disse o gerente-geral da NanoCyte Gilad Lorberbaun.
Enquanto as anêmonas-do-mar se divertem em seus tanques, os avanços da NanoCyte serão boas notícias para pacientes que no futuro terão de se submeter a cirurgias. Somente nos EUA, 400 milhões de cirurgias por ano necessitam de anestesia local. A capacidade de aplicar medicamentos através da pele tem enormes conseqüências no mercado pediátrico, em que o uso de agulhas pode ser complicado.

Uma vez aplicada na pele – no braço e, para a anestesia local nas áreas em questão –, os nano-injetores da NanoCyte invisíveis a olho nu podem fazer um milhão de pontos de penetração por cada centímetro quadrado em contato com a pele. Essa característica co-desenvolvida pela vida marinha, pela mãe natureza e pela NanoCyte aplica uma dose do medicamento no sangue de forma rápida e eficaz.

Nos últimos meses, o foco dos negócios da NanoCyte mudou um pouco para o mercado de cosméticos, que será prioridade para a empresa em paralelo ao mercado farmacêutico. Cosméticos são compostos que estão no limiar tanto da indústria de cosméticos quanto da farmacêutica, e abrangem principalmente a produtos que contêm ingredientes biologicamente ativos, como aqueles encontrados em certos cremes anti-rugas, tratamentos contra a calvície e protetores solares.

Como os produtos da NanoCyte são baseados em mecanismos selecionados da natureza, espera-se que os métodos de aplicação de medicamentos da empresa atraiam aqueles que pregam a conservação do meio ambiente, e que defendem que a preservação da diversidade das espécies é importante para solucionar as doenças humanas.

Criar e fazer uso da vida marinha para benefício humano é uma antiga história para os fundadores da NanoCyte, os cientistas Tamar e Amit Lotan, que antes fundaram a Nidaria Technologies, uma empresa israelense que desenvolveu o primeiro e único repelente de água-viva.

Vendida com o nome de loção Safe Sea, centros de mergulhos e dermatologistas nos EUA alegam que esse é único gel protetor existente no mundo contra o veneno e a dor provocados por águas-vivas, medusas e piolhos-do-mar. Algumas queimaduras de água-viva podem ser fatais para crianças, e em adultos o medo de água-viva, real ou imaginário, impede muitas pessoas de aproveitar o mar. A loção Safe Sea custa em média dez dólares o frasco. Seus benefícios foram relatados por veículos de comunicação de todo o mundo, como a BBC.

A NanoCyte tomou como base a idéia de que o mecanismo de queimadura da água-viva, encontrado em outras espécies atóxicas como corais, hidras e anêmonas-do-mar, pode ser usado de modo reverso, com o intuito de pôr em prática terapêuticas de maneira segura. Em nome daqueles que têm medo da picada da agulha, vamos esperar que eles estejam certos.

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Tratamento Israelense usa clorofila e luz para combater o câncer de próstata
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No mundo inteiro, o câncer de próstata ocupa o quinto lugar entre as neoplasias malignas. No Brasil, segundo o INCA, o câncer de próstata aparece em terceiro lugar com 20.820 casos e 7.320 óbitos por ano, ocorrendo principalmente em homens a partir dos 50 anos. Cientistas do Weizmann Institute of Science, de Israel, desenvolveram uma nova droga para o tratamento contra o câncer de próstata, que atinge um em cada seis homens no mundo e é mais comum que o câncer de pele, no sexo masculino.

Trata-se da droga WT09, que já está sendo utilizada com sucesso na terapia fotodinâmica - tratamento que utiliza uma droga ou um agente fotosintetizante junto com luz, para produzir um tipo de oxigênio que mata as células cancerígenas. Feita do pigmento de clorofila, a droga está curando pacientes que não conseguiram combater a doença através de radiação. Além de Israel, Canadá e França também estão utilizando a nova terapia.
"Os resultados são animadores" diz o urologista Mostafa Elhilali, que está utilizando a WT09 para tratar pacientes no Hospital Universitário McGill, em Montreal, no Canadá. "Provamos que esse tratamento causa a destruição de parte da próstata que contém o câncer.


Através de exames de sangue, notamos que após o tratamento não há mais células cancerosas", afirma o médico, que também é o secretário Geral da Sociedade Internacional de Urologia (SIU). A terapia fotodinâmica é feita nos pacientes através da injeção de drogas sensíveis à luz. Essas drogas são inofensivas, até que expostas ao laser, quando tornam-se tóxicas. Os médicos podem direcionar a luz no local exato do tumor, usando fibra ótica. Essa combinação da droga com luz nas células cancerígenas as destroi totalmente e além disso, deixa o tecido saudável intacto.

Mas a terapia fotodinâmica só se mostra inteiramente eficaz agora, com o uso da droga WT09. Segundo os médicos, a maioria das terapias de fotodinâmica funciona apenas em casos de tumores pequenos e em alguns tipos de pele. Outra problema enfrentado é que, como as drogas ficam no organismo bastante tempo, o paciente deve evitar luz solar por um longo período após o tratamento. Entretanto, a nova droga não apresenta nenhum desses obstáculos, pois é desenvolvida através da clorofila, o pigmento verde que as plantas produzem na fotossíntese. Este tem a vantagem de absorver raios infra vermelhos, que são mais eficazes e têm maior penetração no corpo humano. O resultado: a destruição dos vasos sangüíneos ligados ao tumor, bem como sua necrose. Uma fibra óptica iluminada pode alcançar e erradicar um tumor com diâmetro de até quatro centímetros. Tumores maiores são tratados com várias fibras ópticas.

Estudos em animais provaram que outros derivados da clorofila, criados no Weizmann Institute e desenvolvidos pelo Steba Labs (também em Israel) em parceria com a Steba Biotech (França), são capazes de combater vários tipos de câncer como os de mama, fígado, rim, cólon, melanoma e glioma (tumor inicial no tecido dos nervos). Os estudiosos já estão testando novas drogas de clorofila para esses tipos de câncer.

A estimativa é que em aproximadamente sete anos um arsenal de drogas seja utilizado na terapia fotodinâmica, fazendo com que os pacientes não precisem ser submetidos à radiação ou cirurgia. Nos pré-testes clínicos, foi observado, inclusive, que é possível atingir e erradicar a metástase do câncer de próstata nos ossos, através deste método.

Fonte: Israel21c.org

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A Pesquisa Médica
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A infra-estrutura bem desenvolvida de pesquisa médica e para-médica, assim como as instalações de bio-engenharia, concorrem para a amplitude e variedade da pesquisa médica em Israel. A pesquisa é realizada pelas escolas de medicina e por grande número de instituições e laboratórios governamentais, assim como pelos departamentos de P&D das empresas industriais farmacêuticas, de bio-engenharia, de processamento de alimentos e de equipamentos médicos. O alto nível das instalações de pesquisa do país é reconhecido mundialmente, e são mantidos contatos regulares e recíprocos com os principais centros médicos e de pesquisa científica do exterior. Israel é freqüentemente o anfitrião de conferências internacionais em uma grande variedade de temas médicos.

Tecnologia Médica
A tecnologia sofisticada tornou-se parte integrante e inseparável do diagnóstico e tratamento médico em Israel. A estreita colaboração entre as instituições de pesquisa médica e a indústria permitiu um progresso significativo no desenvolvimento de equipamentos médicos especiais. Por exemplo, os scanners tipo CAT e vários aparelhos avançados, essenciais ao diagnóstico acurado ou ao tratamento efetivo em situações críticas, que funcionam por micro-computação, são exportados a todo o mundo. Israel foi pioneiro no desenvolvimento e uso de instrumentos cirúrgicos à base de raio laser, assim como de vários equipamentos médico-eletrônicos, entre os quais sistemas de monitoração computadorizada e outros aparelhos que salvam vidas e aliviam a dor.

 


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